Calculadora de Depreciação de Ativos

Estime a depreciação anual e mensal pelo método linear. Simule a alocação sistemática do valor depreciável de máquinas, veículos, equipamentos e edificações conforme os critérios contábeis do CPC 27 e referências fiscais aplicáveis.

Atalhos de Referência Fiscal — IN RFB nº 1.700/2017 e normas aplicáveis

Estes atalhos são referências fiscais simplificadas e não substituem a avaliação da vida útil contábil segundo o CPC 27 nem a confirmação da classificação fiscal específica do bem.

Valor utilizado como custo inicial do ativo para esta simulação, incluindo, quando aplicável, gastos diretamente atribuíveis necessários para colocar o bem no local e nas condições pretendidas para funcionamento.
Período durante o qual a entidade espera utilizar economicamente o ativo (CPC 27). Pode diferir dos prazos fiscais.
Valor estimado de alienação ao final da vida útil, deduzidos custos de venda (CPC 27). Não pode superar o custo inicial nesta simulação (pode ser R$ 0,00).
Depreciação Linear Anual Estimada:
R$ 0,00
Depreciação Mensal Simplificada: R$ 0,00

Demonstrativo do Ativo Imobilizado

Custo Inicial do Ativo: R$ 0,00
(-) Valor Residual Previsto (Não depreciável): R$ 0,00
(=) Valor Depreciável Total: R$ 0,00
Vida Útil Estimada: 0 anos
Taxa Linear da Simulação (sobre base depreciável): 0% ao ano
Valor Contábil Projetado ao Final da Vida Útil: R$ 0,00

Evolução Anual da Depreciação e Valor Contábil Projetado

Período Depreciação do Ano Depreciação Acumulada Valor Contábil Projetado

O que é Depreciação de Ativos?

Depreciação é a alocação sistemática do valor depreciável de um ativo ao longo de sua vida útil. Ela busca refletir contabilmente o consumo dos benefícios econômicos do ativo ao longo do tempo, em função da sua utilização nas atividades da entidade, de desgastes físicos ou da obsolescência tecnológica.

Quando uma empresa adquire um bem de capital (como uma máquina industrial de R$ 50.000,00), esse desembolso não é reconhecido integralmente como despesa do resultado no mês da compra. Em vez disso, o valor depreciável é apropriado sistematicamente ao longo da vida útil estimada do ativo. Esse encargo de depreciação pode ser apropriado como custo (quando o ativo atua diretamente na produção de bens ou serviços) ou como despesa (quando utilizado em atividades administrativas ou comerciais).

Depreciação Contábil (CPC 27) vs. Referências Fiscais (IN RFB nº 1.700/2017)

Uma distinção metodológica crucial na gestão empresarial e na prática contábil é separar a depreciação contábil das regras fiscais:

Custo do Ativo, Valor Residual e Valor Depreciável

A determinação da base de cálculo da depreciação contábil requer a correta identificação dos seguintes elementos:

Início, Fim e Peculiaridades da Depreciação

Aspectos fundamentais do ciclo de vida do imobilizado:

Exemplo Prático Completo Auditado

Considere uma máquina industrial adquirida para operação fabril:

Cálculo do Demonstrativo:

Impactos Tributários nos Regimes: Lucro Real, Lucro Presumido, Simples Nacional e MEI

O reflexo da depreciação varia de acordo com o regime tributário da empresa:

Tratamento de Terrenos e Edificações

O tratamento de bens imóveis possui diretrizes contábeis e fiscais claras:

Perguntas Frequentes (FAQ)

1. O que é o Valor Residual e por que ele não se desgasta na simulação?
Segundo o CPC 27, valor residual é o valor estimado que a entidade obteria com a alienação do ativo ao final de sua vida útil, deduzidos os custos estimados de venda, considerando a condição esperada para esse momento. Na simulação contábil, ele é deduzido do custo inicial para formar o valor depreciável, de modo que o ativo nunca seja depreciado abaixo do residual previsto.
2. A empresa no Simples Nacional ou MEI deduz impostos com a depreciação?
No Simples Nacional, a depreciação do ativo não funciona, em regra, como uma dedução direta do valor do DAS da mesma forma que uma despesa dedutível atua na apuração do Lucro Real. A tributação do Simples segue suas próprias regras de receita bruta, anexos e demais critérios legais aplicáveis. Da mesma forma, no MEI, a depreciação calculada não reduz diretamente o valor fixo mensal do DAS-MEI. O controle, porém, é relevante para fins gerenciais, custos e precificação.
3. Como funciona a depreciação de terrenos e imóveis (edificações)?
Em regra, terrenos possuem vida útil ilimitada e não são depreciados separadamente das edificações. O CPC 27 estabelece que terreno e edificação são ativos separáveis e devem ser contabilizados separadamente, mesmo quando adquiridos conjuntamente. A edificação possui vida útil limitada e é depreciável; o terreno, em regra, não sofre depreciação, salvo exceções específicas como pedreiras e aterros.
4. Qual a diferença entre a vida útil contábil (CPC 27) e os prazos fiscais da Receita Federal?
Para fins contábeis, a vida útil corresponde ao período durante o qual a entidade espera utilizar economicamente o ativo, devendo ser estimada pela própria empresa e revisada periodicamente. Para fins tributários, a Receita Federal estabelece referências de prazos e taxas máximas dedutíveis na IN RFB nº 1.700/2017 (Anexo III) conforme a classificação do bem, as quais servem como baliza fiscal para dedutibilidade no Lucro Real.

Autor: Equipe Editorial Calcula Certo

Última atualização: outubro de 2026

Fontes de Referência:

Aviso Metodológico: Esta calculadora utiliza exclusivamente o método linear e depende das estimativas informadas de custo, valor residual e vida útil. Na contabilidade, o método deve refletir o padrão de consumo dos benefícios econômicos do ativo, e a vida útil e o valor residual estão sujeitos a revisão.

Aviso Fiscal: As taxas e prazos fiscais apresentados como atalhos são referências simplificadas. A classificação do bem, a taxa fiscal aplicável e a dedutibilidade da depreciação devem ser verificadas conforme a legislação vigente e as características do ativo e da empresa.

Aviso de Finalidade: Ferramenta de caráter educativo e gerencial. Não substitui escrituração contábil, análise fiscal ou orientação profissional específica.

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